Japoneses estão sendo incentivados pelo governo a dormirem e acordarem uma hora mais cedo,afim de diminuir o crescente consumo de energia do país.
Com essa proposta,o governo espera diminuir sensivelmente a pegada de carbono do país que é a segunda mais elevada da Ásia,atrás apenas da China e alguns bilhões de toneladas equivalentes por ano.Os japoneses querem construir uma sociedade moderna e que gire em torno do conceito da sustentabilidade,por isso estão aderindo a campanha com entusiasmo.
O meio ambiente.Impossível não levar em conta na vida cotidiana e nos negócios o impacto que nossas ações causam à Natureza.Um dado extremamente importante nas tomadas de decisão e variante inclusa em qualquer plano de negócio e investimento atuais e futuros.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Bactéria ajuda a remover gás carbônico da atmosfera
Com o mundo ainda fortemente dependente de combustíveis fósseis para abastecer suas necessidades energéticas, uma área de pesquisa que tem recebido bastante atenção é a de técnicas de sequestro de carbono.
Já existem métodos para capturar carbono e enterrá-lo sob a terra. Mas um dos grandes desafios é garantir que esse CO2 não escape para a atmosfera.
Uma maneira de fazer isso é bombear o gás para dentro de uma camada de rocha permeável localizada sob uma camada de rocha impermeável. Outra técnica é bombear CO2 para dentro de rochas contendo água salobra, criando um reservatório subterrâneo de água carbonada. O gás carbônico capturado também pode reagir com minerais nas rochas, criando carbonatos, que seguram o CO2 em estado sólido.
Agora Andrew Mitchell, da Universidade de Aberystwyth, no Reino Unido, e colegas na Universidade Estadual de Montana, em Bozeman, nos EUA, desenvolveram um método que pode tornar o armazenamento de gás carbônico mais seguro.
A equipe criou uma câmara de teste desenhada para simular as condições de alta pressão existentes em um reservatório salino subterrâneo na bacia do rio Powder, no Estado de Wyoming, identificado como um potencial local para armazenamento de CO2.
Em seguida, a equipe colocou a bactéria Bacillus subtilis na câmara salina, adicionou uma grande quantidade de gás carbônico e ureia para que as bactérias se alimentassem. Eles notaram que as bactérias formaram um biofilme sobre a superfície da câmara que funcionava como um isolante.
Além disso, a medida que as bactérias devoravam ureia, elas aumentavam o pH da água salobra, facilitando a reação do CO2 com o cálcio das rochas, formando carbonato de cálcio sólido nas paredes do reservatório.
A combinação de biofilme e depósito mineral reduziu a permeabilidade da rocha em 95%. E a mudança de pH também aumentou a capacidade de absorção de CO2, aumentando em 30% a capacidade que o reservatório pode armazenar.
Se a ureia for obtida de estações de tratamento de água de esgoto, a redução de gás carbônico poderia ser ainda maior. Água de esgoto é essencialmente carbono, então seria uma maneira de eliminar parte desse carbono.
Os experimentos, no entanto, foram realizados em pequena escala e precisam ser testados em ambientes muito maiores antes de seu uso comercial.
O estudo foi publicado na revista especializada "Environmental Science and Technology".
fonte:Folha
Já existem métodos para capturar carbono e enterrá-lo sob a terra. Mas um dos grandes desafios é garantir que esse CO2 não escape para a atmosfera.
Uma maneira de fazer isso é bombear o gás para dentro de uma camada de rocha permeável localizada sob uma camada de rocha impermeável. Outra técnica é bombear CO2 para dentro de rochas contendo água salobra, criando um reservatório subterrâneo de água carbonada. O gás carbônico capturado também pode reagir com minerais nas rochas, criando carbonatos, que seguram o CO2 em estado sólido.
Agora Andrew Mitchell, da Universidade de Aberystwyth, no Reino Unido, e colegas na Universidade Estadual de Montana, em Bozeman, nos EUA, desenvolveram um método que pode tornar o armazenamento de gás carbônico mais seguro.
A equipe criou uma câmara de teste desenhada para simular as condições de alta pressão existentes em um reservatório salino subterrâneo na bacia do rio Powder, no Estado de Wyoming, identificado como um potencial local para armazenamento de CO2.
Em seguida, a equipe colocou a bactéria Bacillus subtilis na câmara salina, adicionou uma grande quantidade de gás carbônico e ureia para que as bactérias se alimentassem. Eles notaram que as bactérias formaram um biofilme sobre a superfície da câmara que funcionava como um isolante.
Além disso, a medida que as bactérias devoravam ureia, elas aumentavam o pH da água salobra, facilitando a reação do CO2 com o cálcio das rochas, formando carbonato de cálcio sólido nas paredes do reservatório.
A combinação de biofilme e depósito mineral reduziu a permeabilidade da rocha em 95%. E a mudança de pH também aumentou a capacidade de absorção de CO2, aumentando em 30% a capacidade que o reservatório pode armazenar.
Se a ureia for obtida de estações de tratamento de água de esgoto, a redução de gás carbônico poderia ser ainda maior. Água de esgoto é essencialmente carbono, então seria uma maneira de eliminar parte desse carbono.
Os experimentos, no entanto, foram realizados em pequena escala e precisam ser testados em ambientes muito maiores antes de seu uso comercial.
O estudo foi publicado na revista especializada "Environmental Science and Technology".
fonte:Folha
Proteger floresta no Brasil dá lucro a agricultor nos EUA, diz estudo
Está circulando entre parlamentares ruralistas um estudo que pode dar argumentos em favor de mudanças no Código Florestal.
Intitulado "Farms Here, Forests There" ("Fazendas Aqui, Florestas Lá", em inglês), o documento americano afirma que os agricultores dos EUA podem ganhar até US$ 270 bilhões em 2030 com a redução do desmatamento nos países tropicais.
O argumento é que a maior proteção às florestas prejudicará a produção de carne, soja, dendê e madeira em países como o Brasil.
Isso levaria a um aumento dos preços e à abertura de um buraco na oferta, que seria preenchido pelos EUA.
"Eliminar o desmatamento até 2030 limitará a receita para a expansão agrícola e para a atividade madeireira nos países tropicais, nivelando o campo de jogo para os produtores americanos no mercado global de commodities", afirma o estudo.
O objetivo do documento, lançado no fim de maio pela ONG Avoided Deforestation Partners, é convencer senadores dos EUA ligados ao agronegócio, a aprovarem a lei de mudança climática em tramitação no Senado.
A lei prevê que os EUA possam negociar créditos de carbono ilimitados pelo desmatamento tropical evitado.
Ou seja, o país pagaria para manter a floresta em pé no Brasil, por exemplo, e poderia abater o carbono que seria emitido pelo desmate das próprias metas de corte de poluição. O Brasil tem se oposto nas negociações internacionais a permitir que a redução no desmate possa gerar créditos ilimitados.
O estudo corrobora a visão de que a conservação ambiental é uma desculpa dos países desenvolvidos para impor barreiras à agricultura do Brasil, mais competitiva.
Tal visão permeia o relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) que propõe reformar o Código Florestal reduzindo as áreas de mata protegidas em imóveis rurais. A proposta tramita numa comissão especial da Câmara dos Deputados.
Segundo Paulo Adário, do Greenpeace, fiar-se na nova pesquisa como subsídio para mudar a lei brasileira seria ruim para a bancada ruralista. "O estudo tem problemas sérios", afirma.
O principal, diz Adário, é não levar em conta que reduzir o desmate não diminui a fronteira agrícola brasileira.
"Só na Amazônia você tem 20 milhões de hectares de terras degradadas e abandonadas. Quando você para de desmatar, as terras já abertas ganham valor", afirma.
Citando um estudo de Gerd Sparovek, da USP, Adário afirma que é possível dobrar a produção no Brasil só usando áreas abertas e com alta aptidão agrícola.
Ele lembra que desde 2006 vigora uma moratória ao plantio de soja em áreas desmatadas na Amazônia, e nem a produção nem a produtividade caíram. "Neste ano ambas cresceram."
"O estudo faz projeções burras associando linearmente hectares de desmatamento a mais ou menos produto", pondera Roberto Smeraldi, da ONG Amigos da Terra Amazônia Brasileira.
"Assim, desconsidera que a determinante para a produção não é área e sim produtividade, especialmente nos países onde a produtividade média é baixa, o que é o caso das pastagens no Brasil."
Procurados, os autores do estudo não responderam aos pedidos de entrevista.
fonte:Folha.
Intitulado "Farms Here, Forests There" ("Fazendas Aqui, Florestas Lá", em inglês), o documento americano afirma que os agricultores dos EUA podem ganhar até US$ 270 bilhões em 2030 com a redução do desmatamento nos países tropicais.
O argumento é que a maior proteção às florestas prejudicará a produção de carne, soja, dendê e madeira em países como o Brasil.
Isso levaria a um aumento dos preços e à abertura de um buraco na oferta, que seria preenchido pelos EUA.
"Eliminar o desmatamento até 2030 limitará a receita para a expansão agrícola e para a atividade madeireira nos países tropicais, nivelando o campo de jogo para os produtores americanos no mercado global de commodities", afirma o estudo.
O objetivo do documento, lançado no fim de maio pela ONG Avoided Deforestation Partners, é convencer senadores dos EUA ligados ao agronegócio, a aprovarem a lei de mudança climática em tramitação no Senado.
A lei prevê que os EUA possam negociar créditos de carbono ilimitados pelo desmatamento tropical evitado.
Ou seja, o país pagaria para manter a floresta em pé no Brasil, por exemplo, e poderia abater o carbono que seria emitido pelo desmate das próprias metas de corte de poluição. O Brasil tem se oposto nas negociações internacionais a permitir que a redução no desmate possa gerar créditos ilimitados.
O estudo corrobora a visão de que a conservação ambiental é uma desculpa dos países desenvolvidos para impor barreiras à agricultura do Brasil, mais competitiva.
Tal visão permeia o relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) que propõe reformar o Código Florestal reduzindo as áreas de mata protegidas em imóveis rurais. A proposta tramita numa comissão especial da Câmara dos Deputados.
Segundo Paulo Adário, do Greenpeace, fiar-se na nova pesquisa como subsídio para mudar a lei brasileira seria ruim para a bancada ruralista. "O estudo tem problemas sérios", afirma.
O principal, diz Adário, é não levar em conta que reduzir o desmate não diminui a fronteira agrícola brasileira.
"Só na Amazônia você tem 20 milhões de hectares de terras degradadas e abandonadas. Quando você para de desmatar, as terras já abertas ganham valor", afirma.
Citando um estudo de Gerd Sparovek, da USP, Adário afirma que é possível dobrar a produção no Brasil só usando áreas abertas e com alta aptidão agrícola.
Ele lembra que desde 2006 vigora uma moratória ao plantio de soja em áreas desmatadas na Amazônia, e nem a produção nem a produtividade caíram. "Neste ano ambas cresceram."
"O estudo faz projeções burras associando linearmente hectares de desmatamento a mais ou menos produto", pondera Roberto Smeraldi, da ONG Amigos da Terra Amazônia Brasileira.
"Assim, desconsidera que a determinante para a produção não é área e sim produtividade, especialmente nos países onde a produtividade média é baixa, o que é o caso das pastagens no Brasil."
Procurados, os autores do estudo não responderam aos pedidos de entrevista.
fonte:Folha.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
As grandes cidades estão cada vez mais ameaçadas.
Desde o último temporal que assolou o Estado do Rio de Janeiro em abril,que tornou-se urgente repensar a capacidade das metrópoles em lidarem como eventos cataclísmicos.Não que seja possível evitá-los,mas podemos pelo menos,fazer um gerenciamento de risco mais consciente.
Com o aumento do nível do mar,assistiremos a inundação de várias áreas costeiras.Somente a cidade do Rio poderá sofrer com inundações que desalojarão mais de 12 milhões pessoas,nas regiões mais baixas,como Jacarépagua e outras áreas.A baixada fluminense não está imune e sua localização abaixo do nível do mar,torná-a mais vulnerável.Outro ponto que assombra as metrópoles são os ventos.Que passarão a soprar cada mais fortes.Os prédios da cidade não foram planejados para suportar ventos tufônicos.Nossa arquitetura e engenharia não contempla essas possibilidades,por que não temos a cultura de ventos tufônicos ou outros cataclismas naturais.A tendência será por fim,uma reformulação nos projetos nas próximas décadas.Prédios sem varanda e menos áreas abertas.
Um estudo realizado em SP,mostra que o aquecimento nas metrópoles será cada vez maior,até porque os mananciais de água estão sendo drenados ou poluídos.Uma situação crítica.Porque o resultado disso será sentido também nas torneiras.A cidade do Rio de Janeiro,por ter a maior floresta urbana da América latina,a floresta da Tijuca,tem um refrigerador de ar e despoluidor natural.A floresta da Tijuca,possui uma função essencial para o clima da cidade.Sem falar que a floresta é um imenso reservatório de água para a cidade.
Teremos que nos adaptar a essas mudanças e nosso arquitetura e dinâmica social também sofrerão adaptações.
Com o aumento do nível do mar,assistiremos a inundação de várias áreas costeiras.Somente a cidade do Rio poderá sofrer com inundações que desalojarão mais de 12 milhões pessoas,nas regiões mais baixas,como Jacarépagua e outras áreas.A baixada fluminense não está imune e sua localização abaixo do nível do mar,torná-a mais vulnerável.Outro ponto que assombra as metrópoles são os ventos.Que passarão a soprar cada mais fortes.Os prédios da cidade não foram planejados para suportar ventos tufônicos.Nossa arquitetura e engenharia não contempla essas possibilidades,por que não temos a cultura de ventos tufônicos ou outros cataclismas naturais.A tendência será por fim,uma reformulação nos projetos nas próximas décadas.Prédios sem varanda e menos áreas abertas.
Um estudo realizado em SP,mostra que o aquecimento nas metrópoles será cada vez maior,até porque os mananciais de água estão sendo drenados ou poluídos.Uma situação crítica.Porque o resultado disso será sentido também nas torneiras.A cidade do Rio de Janeiro,por ter a maior floresta urbana da América latina,a floresta da Tijuca,tem um refrigerador de ar e despoluidor natural.A floresta da Tijuca,possui uma função essencial para o clima da cidade.Sem falar que a floresta é um imenso reservatório de água para a cidade.
Teremos que nos adaptar a essas mudanças e nosso arquitetura e dinâmica social também sofrerão adaptações.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Aprovação do novo código florestal será um imenso retrocesso.
As discussões sobre a aprovação e tramitação do novo código florestal,que tem como relator o dep.federal Aldo Rebelo,mostra o quanto este tema está sendo politilizado.Colocar um projeto de alto teor de discussão política num ano eleitoral,trata-se de uma temeridade.
Nosso Código Florestal é um dos mais modernos e adequados do mundo.Onde nossas florestais são vistas como um patrimônio da sociedade e por isso devem ser preservadas.Se as mudanças forem aprovadas,estas passam a fazer parte do inventário das propriedades rurais.Onde pouco tem sido protegido nas últimas décadas e certamente,com o anteparo da lei,não restará mais nada a se preservar.
Espero que o Congresso e os ativistas se mobilizem a favor de nossas matas.
A apresentação do relatório de Aldo Rebelo sobre mudanças no Código Florestal, foi feita ontem na comissão especial da Câmara dos Deputados que trata do tema. Entre as mudanças propostas pelo relator estão a atribuição de mais autonomia aos estados para legislar sobre meio ambiente e a retirada da obrigatoriedade de reserva legal (fração destinada à preservação ambiental) em pequenas propriedades.
Segundo Marina, a proposta do relator revoga o primeiro artigo do código e faz com que as florestas deixem de ser um bem da sociedade. Além disso, isenta os proprietários de terra da obrigação de proteger as florestas. “A importância do Código Florestal é de conhecimento de todos. Ela representa uma das poucas leis brasileiras que antecipou a necessidade de fazer a conservação das florestas”.
Nosso Código Florestal é um dos mais modernos e adequados do mundo.Onde nossas florestais são vistas como um patrimônio da sociedade e por isso devem ser preservadas.Se as mudanças forem aprovadas,estas passam a fazer parte do inventário das propriedades rurais.Onde pouco tem sido protegido nas últimas décadas e certamente,com o anteparo da lei,não restará mais nada a se preservar.
Espero que o Congresso e os ativistas se mobilizem a favor de nossas matas.
A apresentação do relatório de Aldo Rebelo sobre mudanças no Código Florestal, foi feita ontem na comissão especial da Câmara dos Deputados que trata do tema. Entre as mudanças propostas pelo relator estão a atribuição de mais autonomia aos estados para legislar sobre meio ambiente e a retirada da obrigatoriedade de reserva legal (fração destinada à preservação ambiental) em pequenas propriedades.
Segundo Marina, a proposta do relator revoga o primeiro artigo do código e faz com que as florestas deixem de ser um bem da sociedade. Além disso, isenta os proprietários de terra da obrigação de proteger as florestas. “A importância do Código Florestal é de conhecimento de todos. Ela representa uma das poucas leis brasileiras que antecipou a necessidade de fazer a conservação das florestas”.
domingo, 6 de junho de 2010
No dia internacional do Meio Ambiente.Um pouco sobre o código florestal brasileiro
Organizações não governamentais (ONGs) ambientalistas aproveitam o Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado hoje (5), para lançar uma nova campanha contra mudanças no Código Florestal.
O relator da subcomissão criada na Câmara para avaliar as propostas de alteração da lei, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), deve apresentar o relatório nos próximos dias, o que tem preocupado os ambientalistas.
Entre as mudanças sugeridas por Rebelo, estão a possibilidade de soma da reserva legal com as áreas de Preservação Permanente (APP) e a consolidação de lavouras em encostas e topos de morros desmatados ilegalmente.
O grupo, que inclui organizações como o WWF, Greenpeace, Instituto Socioambiental (ISA) e o Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), lançou um site com informações sobre o histórico do Código Florestal e a defesa da manutenção da lei para a preservação de florestas, dos recursos hídricos e do clima. O endereço é o www.sosflorestas.com.br.
No site, as ONGs listam as consequências que as possíveis mudanças na legislação ambiental podem trazer. O internauta é convidado a assinar uma petição online contra as alterações no Código Florestal, que será enviada aos deputados que analisam os projetos na Câmara.
fonte:Info.
O relator da subcomissão criada na Câmara para avaliar as propostas de alteração da lei, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), deve apresentar o relatório nos próximos dias, o que tem preocupado os ambientalistas.
Entre as mudanças sugeridas por Rebelo, estão a possibilidade de soma da reserva legal com as áreas de Preservação Permanente (APP) e a consolidação de lavouras em encostas e topos de morros desmatados ilegalmente.
O grupo, que inclui organizações como o WWF, Greenpeace, Instituto Socioambiental (ISA) e o Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), lançou um site com informações sobre o histórico do Código Florestal e a defesa da manutenção da lei para a preservação de florestas, dos recursos hídricos e do clima. O endereço é o www.sosflorestas.com.br.
No site, as ONGs listam as consequências que as possíveis mudanças na legislação ambiental podem trazer. O internauta é convidado a assinar uma petição online contra as alterações no Código Florestal, que será enviada aos deputados que analisam os projetos na Câmara.
fonte:Info.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Após a Sustaintability Peer Fórum.Podemos destacar as 9 tendências que marcarão o mercado sustentável nos próximos anos.
Esses destaques estão resumidos nos seguintes itens:
1 – Relatórios obrigatórios de emissão de carbono estimularão o desenvolvimento de software.
Iniciativas de sustentabilidade não ganharão importância por causa da responsabilidade social corporativa (CSR), mas sim porque as empresas finalmente entenderam o valor financeiro destas práticas. Sim, as companhias estão se comprometendo com iniciativas de sustentabilidade e, sim, estão agindo dessa forma porque compreendem sua relevância para o negócio. Mas a questão mais interessante é como elas implantarão práticas sustentáveis integradas às suas operações.
Acreditamos que as empresas cada vez mais buscarão ajuda da TI. Em janeiro deste ano, a exigência do relatório de carbono da Environmental Protection Agency (EPA) entrou em vigor e se aplica a todos os negócios que produzem 25 mil toneladas métricas ou mais por ano de gases do efeito estufa. As fábricas que produzem 13 mil ou mais agora terão que divulgar suas emissões a cada janeiro. Essa mudança certamente estimulará o desenvolvimento de software para planejamento, registro e controle de emissões de carbono. É provável que a funcionalidade de gerenciamento de carbono seja integrada a ERP e a aplicações financeiras.
2 – As diretrizes da SEC para descoberta de riscos climáticos devem aumentar a transparência, mas não representa um divisor de águas.
No dia 27 de janeiro, a Securities and Exchange Comission (SEC) forneceu diretrizes sobre riscos associados com a mudança climática. A SEC pediu que as companhias urgentemente revelassem a investidores como os impactos da mudança climática são um risco real à sua saúde financeira. O risco climático pode surgir de diferentes maneiras: danos físicos (por exemplo, um banco com um portfólio de propriedades em áreas costeiras que podem ser afetadas pelo aumento do nível do mar) ou regulamentações (por exemplo, um negócio que emite grandes quantidades de carbono pode ser prejudicado financeiramente como conseqüência dos novos limites de emissão de CO2).
A maioria das grandes empresas americanas já divulga suas emissões de CO2 para instituições como o Carbon Disclosure Project (CDP), e diversas delas já seguem as normas da EPA. Entretanto, simplesmente incluir essa informação em documentos enviados à SEC pode não ser suficiente. O maior desafio será revelar esses dados com as futuras regras de controle de CO2 e explicar como isso interferirá na saúde financeira do negócio.
3 – A mobilidade inteligente vai decolar
Motivadas por iniciativas de sustentabilidade e novas regras de emissão, praticamente todas as fabricantes de automóveis tem planos de lançar um modelo de carro elétrico ou híbrido entre 2010 e 2013. Muitas já tem carros conceituais que estão começando a ser produzidos, entre os quais se destacam o Chevy Volt e o Nissan EV-02. Mas a novidade não é que grandes fabricantes estão fazendo carros elétricos – isso foi notícia em 2009. O que mais chama a atenção atualmente é que automóveis verdes parecem fazer parte de uma nova tendência de mobilidade inteligente.
Mobilidade inteligente tem diferentes significados, porém essencialmente é definida como uma infraestrutura sofisticada de transporte e gerenciamento de demanda móvel, assim como sistemas urbanos ecológicos que suportam longos trajetos não motorizados. Fique de olho em uma interessante confluência do modelo de novas energias com o design sustentável para sistemas urbanos.
4 – Edifícios verdes, especialmente aqueles que passarão por reformas, serão protagonistas de um setor em expansão
De acordo com um relatório da McGraw-Hill Construction, construções verdes atualmente representam entre 5% e 9% do mercado de reformas, movimentando entre 2 bilhões e 4 bilhões de dólares. Até 2014, essa proporção deve crescer de 20% a 30%, se convertendo em um mercado de 10 bilhões a 15 bilhões de dólares, orientado principalmente a reformas. Considere inscrições de projetos LEED em 2010. A maioria delas é para reformas de edifícios e não para construção de novos.
O desejo de reduzir emissões de carbono também afetará mais agências governamentais, exigindo que elas transformem seus edifícios em construções mais verdes. Fornecedores como a Autodesk, que cria software de design 3D que facilita práticas de construções sustentáveis, terão resultados positivos. Na verdade, a Autodesl recentemente se uniu com o Conselho de Construções Verdes dos EUA com o objetivo de integrar sua tecnologia com o sistema de classificação LEED. Um bom software de design significa design superior, que por sua vez quer dizer uso otimizado de recursos e redução de desperdício.
5 – Os EUA finalmente aprovarão a lei para limitar a emissão de CO2, embora ela deva ser módica
A Câmara dos Deputados aprovou uma legislação histórica para questões energéticas e climáticas seis meses atrás, mas ela ainda não foi liberada pelo Senado. O esquema de “cap and trade” (estabelecimento de um limite de emissões sem penalização e a permissão de troca de créditos de carbonos entre países) sempre foi o alicerce da legislação climática proposta, porém no contexto atual não é certo que ele seja parte do acordo final. Os esforços do Senado para um compromisso poderiam incluir novas iniciativas para desenvolvimento de petróleo e gás, construção acelerada de usinas nucleares e investimentos em pesquisas para absorção e armazenamento de carbono.
De todas as formas, o presidente americano Barack Obama considerou suficientemente relevante este tema para mencioná-lo no seu discurso do estado de União, no qual pediu que o Congresso legalizasse normas abrangentes de energia e mudança climática que, segundo ele, criarão empregos, reduzirão a importação de petróleo e diminuirão as emissões de CO2.
6 – Tecnologias limpas continuarão sua trajetória ascendente e se consolidarão
Investimentos no setor de tecnologias verdes dispararam de 0.9 bilhões de dólares a 4 bilhões de dólares e então para 8.5 bilhões de dólares nos seis anos desde que essa categoria foi criada, em 2002. Durante a recessão de 2009, os investimentos diminuíram para 5.6 bilhões de dólares.
Previsões afirmam que o investimento em tecnologias verdes em 2010 se recuperará e ultrapassará os números de 2009. Entretanto, analistas também estimam que haverá mudanças em setores e geografias nos quais houve investimento excessivo nos últimos anos. Por exemplo, fabricantes de equipamentos para energia solar da China passarão por uma consolidação, apesar do crescimento do mercado chinês geral de energia renovável. Os principais setores de tecnologias verdes atuais são o de energia solar, transportes e eficiência energética.
7 – A escassez de recursos ganhará mais relevância na pauta climática
Embora o dióxido de carbono represente o principal desafio por causa da mudança climática e da urgência em reduzir as emissões, seremos forçados a prestar atenção em outros fatores como a escassez de água. Em breve, a escassez, a poluição e a competição pela água poderão afetar as operações e a cadeia de abastecimento da sua companhia. Cortes de fornecimento, gastos, perda de receita ou recursos mais restritos provocados por algum desses três problemas podem gerar impactos negativos no desempenho operacional e na lucratividade. A geração de energia termal, principalmente por carvão, exige grandes quantidades de água para o processamento e o esfriamento. Já houve casos de usinas deste tipo parar de funcionar devido à falta de água em regiões dos EUA.
Em 2010, aguarde discussões sobre a crise global de abastecimento de água potável e uma resposta cada vez mais evidente de setores como o da construção imobiliária, que desenvolverá tecnologias para conservação da água. Também preste atenção em como as indústrias tornarão suas operações mais ecologicamente sustentáveis para preservar margens de lucro.
8 – Eficiência energética e TI formarão um par perfeito
A eficiência energética finalmente protagonizará a pauta para 2010. Até agora ela era vista como uma questão menos importante em comparação com energias renováveis e tecnologias verdes, mas as empresas se deram conta de que a eficiência energética possui uma característica única: um custo relativamente barato. Mesmo quando exige um investimento inicial, a eficiência energética permite a recuperação desses gastos em pouco tempo e tende a se manter eficaz no longo prazo.
Muitos analistas ressaltaram o fato de que a melhor maneira de atingir essa eficiência normalmente envolve inovação de software e TI. TI e sistemas inteligentes podem aumentar drasticamente a produtividade e o otimizar o uso de recursos. E qualquer produto relacionado com eficiência energética ganhará popularidade. Cada uma das propostas legislativas sobre energia e clima inclui capital e incentivos para a eficiência energética. Contudo, organizações de TI ou produtoras de software que possam se posicionar como provedores de soluções para esses temas tendem a obter notório sucesso.
9 – Goste você ou não, a classificação ecológica dos produtos será indispensável
O Índice de Sustentabilidade de Produto do Walmart influenciará no mínimo 100 mil fornecedores. As implicações desse método incluem a disseminação de exigências de divulgação de informações relacionadas ao comportamento sustentável de fornecedores.
Criar capacidade de fornecimento será importante. Companhias progressivas buscarão parcerias com fornecedores. Consequentemente, mais produtos com certificados ecológicos chegarão ao mercado.
Mas o que realmente se tornará popular em 2010 é a idéia de oferecer um panorama completo do ciclo de vida dos produtos ou serviços, independente de ser um par de calçados, um carro ou um computador. Disponibilizar estimativas e dados sobre os recursos naturais que se consomem para produzir bens é a melhor maneira de salvar o planeta? Temos nossas dúvidas. De qualquer forma, a era das etiquetas e certificados ecológicos está chegando.
fonte,Gartner/Info
Esses destaques estão resumidos nos seguintes itens:
1 – Relatórios obrigatórios de emissão de carbono estimularão o desenvolvimento de software.
Iniciativas de sustentabilidade não ganharão importância por causa da responsabilidade social corporativa (CSR), mas sim porque as empresas finalmente entenderam o valor financeiro destas práticas. Sim, as companhias estão se comprometendo com iniciativas de sustentabilidade e, sim, estão agindo dessa forma porque compreendem sua relevância para o negócio. Mas a questão mais interessante é como elas implantarão práticas sustentáveis integradas às suas operações.
Acreditamos que as empresas cada vez mais buscarão ajuda da TI. Em janeiro deste ano, a exigência do relatório de carbono da Environmental Protection Agency (EPA) entrou em vigor e se aplica a todos os negócios que produzem 25 mil toneladas métricas ou mais por ano de gases do efeito estufa. As fábricas que produzem 13 mil ou mais agora terão que divulgar suas emissões a cada janeiro. Essa mudança certamente estimulará o desenvolvimento de software para planejamento, registro e controle de emissões de carbono. É provável que a funcionalidade de gerenciamento de carbono seja integrada a ERP e a aplicações financeiras.
2 – As diretrizes da SEC para descoberta de riscos climáticos devem aumentar a transparência, mas não representa um divisor de águas.
No dia 27 de janeiro, a Securities and Exchange Comission (SEC) forneceu diretrizes sobre riscos associados com a mudança climática. A SEC pediu que as companhias urgentemente revelassem a investidores como os impactos da mudança climática são um risco real à sua saúde financeira. O risco climático pode surgir de diferentes maneiras: danos físicos (por exemplo, um banco com um portfólio de propriedades em áreas costeiras que podem ser afetadas pelo aumento do nível do mar) ou regulamentações (por exemplo, um negócio que emite grandes quantidades de carbono pode ser prejudicado financeiramente como conseqüência dos novos limites de emissão de CO2).
A maioria das grandes empresas americanas já divulga suas emissões de CO2 para instituições como o Carbon Disclosure Project (CDP), e diversas delas já seguem as normas da EPA. Entretanto, simplesmente incluir essa informação em documentos enviados à SEC pode não ser suficiente. O maior desafio será revelar esses dados com as futuras regras de controle de CO2 e explicar como isso interferirá na saúde financeira do negócio.
3 – A mobilidade inteligente vai decolar
Motivadas por iniciativas de sustentabilidade e novas regras de emissão, praticamente todas as fabricantes de automóveis tem planos de lançar um modelo de carro elétrico ou híbrido entre 2010 e 2013. Muitas já tem carros conceituais que estão começando a ser produzidos, entre os quais se destacam o Chevy Volt e o Nissan EV-02. Mas a novidade não é que grandes fabricantes estão fazendo carros elétricos – isso foi notícia em 2009. O que mais chama a atenção atualmente é que automóveis verdes parecem fazer parte de uma nova tendência de mobilidade inteligente.
Mobilidade inteligente tem diferentes significados, porém essencialmente é definida como uma infraestrutura sofisticada de transporte e gerenciamento de demanda móvel, assim como sistemas urbanos ecológicos que suportam longos trajetos não motorizados. Fique de olho em uma interessante confluência do modelo de novas energias com o design sustentável para sistemas urbanos.
4 – Edifícios verdes, especialmente aqueles que passarão por reformas, serão protagonistas de um setor em expansão
De acordo com um relatório da McGraw-Hill Construction, construções verdes atualmente representam entre 5% e 9% do mercado de reformas, movimentando entre 2 bilhões e 4 bilhões de dólares. Até 2014, essa proporção deve crescer de 20% a 30%, se convertendo em um mercado de 10 bilhões a 15 bilhões de dólares, orientado principalmente a reformas. Considere inscrições de projetos LEED em 2010. A maioria delas é para reformas de edifícios e não para construção de novos.
O desejo de reduzir emissões de carbono também afetará mais agências governamentais, exigindo que elas transformem seus edifícios em construções mais verdes. Fornecedores como a Autodesk, que cria software de design 3D que facilita práticas de construções sustentáveis, terão resultados positivos. Na verdade, a Autodesl recentemente se uniu com o Conselho de Construções Verdes dos EUA com o objetivo de integrar sua tecnologia com o sistema de classificação LEED. Um bom software de design significa design superior, que por sua vez quer dizer uso otimizado de recursos e redução de desperdício.
5 – Os EUA finalmente aprovarão a lei para limitar a emissão de CO2, embora ela deva ser módica
A Câmara dos Deputados aprovou uma legislação histórica para questões energéticas e climáticas seis meses atrás, mas ela ainda não foi liberada pelo Senado. O esquema de “cap and trade” (estabelecimento de um limite de emissões sem penalização e a permissão de troca de créditos de carbonos entre países) sempre foi o alicerce da legislação climática proposta, porém no contexto atual não é certo que ele seja parte do acordo final. Os esforços do Senado para um compromisso poderiam incluir novas iniciativas para desenvolvimento de petróleo e gás, construção acelerada de usinas nucleares e investimentos em pesquisas para absorção e armazenamento de carbono.
De todas as formas, o presidente americano Barack Obama considerou suficientemente relevante este tema para mencioná-lo no seu discurso do estado de União, no qual pediu que o Congresso legalizasse normas abrangentes de energia e mudança climática que, segundo ele, criarão empregos, reduzirão a importação de petróleo e diminuirão as emissões de CO2.
6 – Tecnologias limpas continuarão sua trajetória ascendente e se consolidarão
Investimentos no setor de tecnologias verdes dispararam de 0.9 bilhões de dólares a 4 bilhões de dólares e então para 8.5 bilhões de dólares nos seis anos desde que essa categoria foi criada, em 2002. Durante a recessão de 2009, os investimentos diminuíram para 5.6 bilhões de dólares.
Previsões afirmam que o investimento em tecnologias verdes em 2010 se recuperará e ultrapassará os números de 2009. Entretanto, analistas também estimam que haverá mudanças em setores e geografias nos quais houve investimento excessivo nos últimos anos. Por exemplo, fabricantes de equipamentos para energia solar da China passarão por uma consolidação, apesar do crescimento do mercado chinês geral de energia renovável. Os principais setores de tecnologias verdes atuais são o de energia solar, transportes e eficiência energética.
7 – A escassez de recursos ganhará mais relevância na pauta climática
Embora o dióxido de carbono represente o principal desafio por causa da mudança climática e da urgência em reduzir as emissões, seremos forçados a prestar atenção em outros fatores como a escassez de água. Em breve, a escassez, a poluição e a competição pela água poderão afetar as operações e a cadeia de abastecimento da sua companhia. Cortes de fornecimento, gastos, perda de receita ou recursos mais restritos provocados por algum desses três problemas podem gerar impactos negativos no desempenho operacional e na lucratividade. A geração de energia termal, principalmente por carvão, exige grandes quantidades de água para o processamento e o esfriamento. Já houve casos de usinas deste tipo parar de funcionar devido à falta de água em regiões dos EUA.
Em 2010, aguarde discussões sobre a crise global de abastecimento de água potável e uma resposta cada vez mais evidente de setores como o da construção imobiliária, que desenvolverá tecnologias para conservação da água. Também preste atenção em como as indústrias tornarão suas operações mais ecologicamente sustentáveis para preservar margens de lucro.
8 – Eficiência energética e TI formarão um par perfeito
A eficiência energética finalmente protagonizará a pauta para 2010. Até agora ela era vista como uma questão menos importante em comparação com energias renováveis e tecnologias verdes, mas as empresas se deram conta de que a eficiência energética possui uma característica única: um custo relativamente barato. Mesmo quando exige um investimento inicial, a eficiência energética permite a recuperação desses gastos em pouco tempo e tende a se manter eficaz no longo prazo.
Muitos analistas ressaltaram o fato de que a melhor maneira de atingir essa eficiência normalmente envolve inovação de software e TI. TI e sistemas inteligentes podem aumentar drasticamente a produtividade e o otimizar o uso de recursos. E qualquer produto relacionado com eficiência energética ganhará popularidade. Cada uma das propostas legislativas sobre energia e clima inclui capital e incentivos para a eficiência energética. Contudo, organizações de TI ou produtoras de software que possam se posicionar como provedores de soluções para esses temas tendem a obter notório sucesso.
9 – Goste você ou não, a classificação ecológica dos produtos será indispensável
O Índice de Sustentabilidade de Produto do Walmart influenciará no mínimo 100 mil fornecedores. As implicações desse método incluem a disseminação de exigências de divulgação de informações relacionadas ao comportamento sustentável de fornecedores.
Criar capacidade de fornecimento será importante. Companhias progressivas buscarão parcerias com fornecedores. Consequentemente, mais produtos com certificados ecológicos chegarão ao mercado.
Mas o que realmente se tornará popular em 2010 é a idéia de oferecer um panorama completo do ciclo de vida dos produtos ou serviços, independente de ser um par de calçados, um carro ou um computador. Disponibilizar estimativas e dados sobre os recursos naturais que se consomem para produzir bens é a melhor maneira de salvar o planeta? Temos nossas dúvidas. De qualquer forma, a era das etiquetas e certificados ecológicos está chegando.
fonte,Gartner/Info
Assinar:
Postagens (Atom)



